Posts Tagged ‘Humor’

Adoro Beethoven

Sunday, March 30th, 2008

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5 years old motherfucker

Monday, February 25th, 2008

Todo o meu objetivo como escritor é incomodar o máximo possível. Acho que se há uma aura de escritor ou coisa do gênero, a minha se resume àquele moleque de cinco anos que fica cutucando alguém à exaustão, até a hora em que a pessoa não aguenta e grita um PÁRA. É só assim que meu euscritor se satisfaz, não tem como evitar. Deve ser porque tenho algum trauma de infância, ou para contrastar com minha (aparente) absoluta e zenzíssima calma diante dos mais incômodos ataques à racionalidade. Mas agora, por favor, me dêem licença que meu moleque de cinco anos está a operar algumas traquinagens.

Um pouco sobre a cultura do Acre

Sunday, January 20th, 2008

Turunduccos Estolnius, conhecido popularmente como Turundú ou Turungudú é um peixe comumente encontrado em rios e lagos do Acre. Pertence ao gênero Buffus, que possui como característica principal o fato do ósculo verborrágico bilateral ficar comumente no segundo esquálico da nadadeira esquerda.

Os turungudús são comumente conhecidos pelos gritinhos que dão quando algum barqueiro passa por cima de suas nadadeiras. O som se assemelha a um “não pisa no meu calo, porra” dito por um homem gordo e grosso, seguido por um forte som que se assemelha a uma flatulência.

Algumas vezes pode-se ver turungudús discutindo a validade ou não dos escritos de Nietzsche depois de ter sido acometido pela doença e pelo egocentrismo. No entanto é comum que no meio dessas discussões um dos turundús - provavelmente exaltado pelas refutações daqueles que se opõem a seus argumentos sobre a falácia da pós-modernidade e da descristianização do mundo - comece a gritar “Birmânia” intermitentemente, o que torna o restante da discussão impraticável.

Pesquisadores da UFRJ que cairam acidentalmente no Acre durante uma viagem de avião, encontraram vestígios de turungudús notáveis para a história do estado, inclusive um turundú que se tornou governador do estado durante os “anos de chumbo” e que foi o principal responsável pela criação da pré-turungundú-escola que possibilitou a ascensão de muitos destes animais no estado do Acre.

Estima-se hoje que, para cada um terço de cidadão acreano rico (0,689%), existam dez turungudús multimilionários responsáveis pelo ramo da pescaria de Baleias-bêbadas (Balaenoptera Bebatta) - inimigas e predadoras naturais de turundús.

Os turundús certamente são uma forte ameaça para os brasileiros de inteligência mediana que desejam ingressar no mercado de trabalho. Devido a sua imensa habilidade de adaptação nos mais inóspitos e exóticos ambientes (escolas públicas, palácio do planalto e inclusive ambientes fictícios, como o próprio Acre), eles tendem a ser mais e mais procurados para ocupar diversas profissões, o que tem fomentado possibilidades de “cotas para humanos” para os próximos anos.

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Desenho artístico de um Turundú notável enquanto fuma charutos cubanos e discute Hegel.

Cientistas tentam prever efeitos que o Aquecimento Global terá sobre o Natal

Monday, December 24th, 2007

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Feliz Natal e aquela coisa toda!

William Shakespeare

Sunday, September 23rd, 2007

“Make no mistake about it: William Shakespeare was emo to the core. Sensitive and sexually ambiguous, Shakespeare was also extremely prolific, writing thirty-eight plays and scores of sonnets and poems about both men and women. Not only did those works inspire a million basement poets to pick up a quill, a pen, or a keyboard, but we’re pretty sure he was at the forefront of the men-wearing-women’s-clothing movement. Just check out those frilly-collar shirts he’s aways despicted in. It’s no coincidence that the members of Panic! at the Disco look like they’re about to star in a performance of Hamlet.”

Trecho do Everybody Hurts: An Essential Guide to Emo Culture. (Tosco porém hilário, pelo que eu andei lendo.)

Sécso

Sunday, September 2nd, 2007

A profissão mais antiga do mundo exige competências demais pro meu gosto.