Quase absurdo
O professor chamou a aluna, Ana, à frente e pediu que ela fizesse a ponta de um lápis que colocou em suas mãos. Ela respondeu que não tinha apontador e perguntou pra sala toda se alguém, por acaso, tinha um apontador para que ela pudesse fazer o favor que o professor havia pedido. Ninguém tinha. Não? Apontador, não? E uma faca? Um estilete? Uma boca disposta a gastar um pouco seus dentes? Nada?
Nada.
O professor expulsou ela da escola e todo mundo ficou feliz porque Ana era chata pra cacete e nunca dividia o bolo de chocolate que costumava levar para comer no recreio.
(Nota: Troquem a escola pela vida, Ana por um criminoso, o professor pelo Estado, a ponta do lápis pelo aperfeiçoamento moral do indivíduo, o apontador pela educação e a expulsão pela pena de morte. E lembrem-se: no Brasil não tem nem boca disposta a gastar os dentes, que dirá escola pra Ana, coitada…)
March 31st, 2007 at 9:54 pm
Bah Netão, forçada essa hein??
=P
March 31st, 2007 at 10:10 pm
voce é chato pra cacete tiop nem é tiop é sim cara chato pra cacete valeo participaçao car abraços
April 4th, 2007 at 3:50 pm
Porra, o texto foi engraçado e a nota foi emocionante. Só ficaria melhor se ao invés de Ana fosse Neto ok.