Part 2 - The Llama
Saturday, September 22nd, 2007Señores, señoras y señoritas, buenas noches! Esta noche presentamos con mucho gusto, informacion interessante acerca de la Llama.
Ah, eu não guento com esse pessoal do Monty Python…
Señores, señoras y señoritas, buenas noches! Esta noche presentamos con mucho gusto, informacion interessante acerca de la Llama.
Ah, eu não guento com esse pessoal do Monty Python…

Acabei de ver The O.C. há alguns dias, e, pulta merda, contrariou completamente minhas antigas expectativas de que a série era apenas uma historinha besta sobre adolescentes riquinhos e a velha questão de um pobre estranho no ninho. O que mais me chamou atenção:
Não tem lenga-lenga. A história não fica caindo em “eternos retornos” amorosos, tipo Dawnsons Creek, quando os casais se separam as coisas parecem mais verossímeis e tal.
As músicas de fundo são muito legais. Tem The Shins, Tunng, Spoon, Death Cab for Cutie, Zero 7… E, como se não bastasse, os pôsteres espalhados pelos cenários da série (o quarto do Seth que o diga) geralmente são só de bandas boas.
Metalinguagem. Essa só vendo os bastidores da série para entender. The Valley, uma série que Summer (Rachel Bilson) gosta de acompanhar, é a própria The O.C. Tudo o que acontece nos bastidores da série, acontece nos bastidores de The Valley, por exemplo: TV foi cancelada na quarta temporada (O.C. também) e teve um reality show baseado nela (O.C. também).
O cancelamento fez bem. Ôkey, eu sinto falta da série e seria legár ver uma continuação principalmente depois das tantas mudanças que a série passou, mas o cancelamento fez bem. Se a série continuasse do jeito que tava, perderia a graça rapidinho.
A profissão mais antiga do mundo exige competências demais pro meu gosto.
Na época em que eu entrei no mundo dos Blogs eles tinham essa cara, e olha que faz pouco tempo, tipo, uns dois anos
Reclamar do lixo na blogosfera é meio que uma bobagem: lixo sempre vai ser produzido - em papel, vale lembrar, se produz em dobro - mas mais bobagem ainda é fazer disso um debate, como se reclamar fosse ajudar a conscientizar as milhões de Carla Perez que blogam a fazer posts com “mais conteúdo”.
Além do mais blogs são pessoais. O problema não é se é relevante ou não, se é lido ou não ou se é lixo ou não. Acredito que seja bem mais que jornalismo feito para agradar ao público. É mais uma questão de satisfação pessoal: se acaba a graça, acaba.
Praticamente o contrário do que dizem por aqui.
Ok, vamos aos links mais desagradáveis do universo.
1 - Acabei de postar lá no (Per)versão. O Blitz ganhou porque a Burguesia de Cazuza era muito chata para comentar - sempre é. Confiram lá, se vocês ainda aguentam ler esta pobre alma esnobe.
2 - Falando em coisas desagradáveis que grudam em seu pé e fazem você gritar “Eww” (chiclete?); isso é assustador.
3 - E só pra completar, isso é tosco. É um livro infantil (infantil?) em que o personagem principal é meio… ham… suspeito. Aposto que o garoto do link acima (o do garfo, e tal) leu isso antes de fazer o que fez.
Mas que beleza, ein? Se não fosse esse maldito bloqueio criativo, eu acho que estaria mais viciado.
Uma dessas propagandas de remédio para gases, acho que é do Luftal, é uma das coisas mais toscas que se pode ver na televisão.
A moça está vendo um filme no cinema e começa a se sentir mal (ou ao menos se supõe isto) e então ela tem a brilhante idéia de tirar um Luftal e um COPO DE VIDRO cheio de água (não se sabe de onde, provavelmente da bolsa) e faz aquela cara de “ufs, bufei!”.
Putz, essas mulheres levam cada coisa nas bolsas…